
quinta-feira, março 18, 2010
"Isso também passará."

quarta-feira, março 17, 2010
O amor segundo S. Paulo
| 1 | Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o sino que tine. | |
| 2 | E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria. | |
| 3 | E ainda que distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria. | |
| 4 | O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. | |
| 5 | Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal; | |
| 6 | Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; | |
| 7 | Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. | |
| 8 | O amor nunca falha; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá; | |
| 9 | Porque, em parte, conhecemos, e em parte profetizamos; | |
| 10 | Mas, quando vier o que é perfeito, então o que o é em parte será aniquilado. | |
| 11 | Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. | |
| 12 | Porque agora vemos por espelho em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei como também sou conhecido. | |
| 13 | Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor. | |
terça-feira, março 16, 2010
Contratos, amores e expectativas
sexta-feira, março 05, 2010
A outra face de Lincoln
sábado, fevereiro 20, 2010
Intelectuais contra intelectuais
February 14, 2010
Why Intellectuals Are All Bad
By Russell Jacoby
Is there anything new to say about intellectuals? Thomas Sowell, the conservative economist and writer who hangs his hat at Stanford University's Hoover Institution, gives it a shot. Sowell is a rare being, an intellectual who makes his life half in the university and half outside it. He has taught on several campuses, writes a syndicated column, and produces a book almost every year. As a black conservative, he occupies a visible perch, and has not been shy in advancing tough critiques of busing and affirmative action. Sowell gets noticed. With a nod to his provocative ideas, Bates College established an endowed chair in economics after him. Now Sowell turns to intellectuals.
He intimates in its preface that his new book, Intellectuals and Society (Basic Books), should be considered the third of a conservative trilogy that blasts intellectuals. Paul Johnson inIntellectuals (1988) cataloged the personal misconduct and dishonesty of the species. From Johnson we learned, for instance, that Ibsen sometimes got drunk and wrote suggestive letters to young women. Johnson concluded that a dozen people picked "at random" on the street should be preferred to immoral intellectuals, which may include himself, inasmuch as his long-term mistress later denounced in public the long-married author for hypocrisy. Richard Posner inPublic Intellectuals (2003) snared the species in a scientific net to show that it behaved poorly outside its narrow terrain. For example, law professors who protested the Bush military tribunals were not specialists in criminal or international law and could not understand the pertinent issues. For Posner, intellectuals should stick to things they know, advice he flouted in his own book.
In Intellectuals and Society, Sowell cleans up what is left and—in his eyes—on the left, intellectuals who influence policy. They are not necessarily "public intellectuals," but "writers, academics, and the like" who have enormous impact on society. The question of who these intellectuals are does not much interest Sowell. He specifies that his targets are less engineers and financiers than sociologists and English professors. Their influence on millions of people, he writes, "can hardly be disputed." He mentions the impact of Lenin, Hitler, and Mao, but does not explain how English professors influenced those figures.
(Leia o resto em http://chronicle.com/article/Skewering-Intellectuals/64113)
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
Reencarnação, ressurreição e um resmungo
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Pequeno aviso
segunda-feira, janeiro 25, 2010
Crimes nazistas
Arquivo da KGB diz que ao menos 4 milhões morreram em Auschwitz
da Efe, em Moscou
Arquivos do Serviço Federal de Segurança da Rússia (FSB, antigo KGB) revelados nesta segunda-feira apontam que entre 4 e 6 milhões de pessoas foram exterminadas por oficiais nazistas no campo de concentração de Auschwitz, na Polônia.
"Os fascistas não conseguiram destruir toda a documentação sobre Auschwitz. A comissão extraordinária que interrogou testemunhas e carrascos chegou à conclusão de que, em Auschwitz, morreram mais de 4 milhões de pessoas", afirma o historiador russo Vladimir Makarov, do Arquivo Central do FSB, à agência de notícias russa Interfax.
O depoimento do operário polonês Anton Honkish, obrigado por nazistas a trabalhar na construção de Auschwitz, diz que "no campo durante seu funcionamento foram exterminados pelo menos 6 milhões de pessoas, incluindo crianças, mulheres e idosos".
Makarov indicou que, segundo os arquivos do FSB, Auschwitz recebia em média dez comboios ferroviários com presos dos países ocupados por nazistas. Cada trem tinha entre 40 e 50 vagões e, em cada um deles, entre 50 e cem pessoas.
Dos prisioneiros que chegavam, 70% eram exterminados imediatamente. Os mais fortes tinha, a morte adiada para que trabalhassem em fábricas militares ou participassem de experimentos médicos.
Crematórios
A comissão soviética que investigou os crimes em Auschwitz constatou que, de 1940 até janeiro de 1945, funcionaram no campo cinco crematórios com capacidade de incineração de 270 mil corpos por mês.
Segundo cálculos de historiadores, nos cinco crematórios podem ter sido incinerados os corpos de mais de 5 milhões de pessoas.
Cada crematório tinha uma câmara de gás própria, mas, como a produtividade destas era consideravelmente superior, os corpos também eram incinerados em enormes fogueiras.
Além disso, em Auschwitz funcionavam outras duas câmaras de gás com capacidade conjunta de matar 150 mil pessoas por mês.
A Polônia lembra, em 27 de janeiro, 65 anos da libertação pelo Exército soviético do campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau, transformado em museu em 1947 e, 30 anos mais tarde, declarado patrimônio da Humanidade pela Unesco.
terça-feira, janeiro 12, 2010
Uma pequena paz pessoal em meio a uma grande guerra
Ex-guarda reencontra ex-detentos de Guantánamo após contato pelo Facebook
Gavin Lee
Da BBC News
Uma das mensagens mais inusitadas enviadas através do site de relacionamentos Facebook levou a um reencontro extraordinário entre um ex-soldado da base militar americana de Guantánamo e dois ex-prisioneiros.
Os três homens ficaram cara a cara em Londres, oito anos depois de terem se conhecido em lados opostos da famosa prisão.
O encontro aconteceu quando Brandon Neely, hoje um policial no Texas, entrou em contato com Shafiq Rasul e Ruhal Ahmed pelo Facebook.
Durante o reencontro, Brandon disse que os Estados Unidos só conseguirão restaurar sua reputação internacional se o país passar a reconhecer os abusos que acontecem em Guantánamo.
"Para mim, tortura é retirar um homem inocente e prendê-lo em uma cela por dois anos e meio", disse. "Qualquer um que jamais pisou em Guantánamo deveria responder por tortura, inclusive eu mesmo."
Os dois ex-prisioneiros, que moram em Tipton, na região central da Inglaterra, disseram que ficaram profundamente comovidos com a visita, que segundo eles corrobora com as acusações que ambos faziam de maus tratos em Guantánamo.
"Quando pessoas como você saem de lá e basicamente dizem as mesmas coisas que nós vínhamos dizendo, isso ajuda muito as outras pessoas a acreditarem que estamos falando a verdade", disse Shafiq a Brandon, no encontro em Londres.
Já Ruhal Ahmed, de 28 anos, disse: "É preciso muita coragem para dizer 'Eu estava errado'. Muita coragem".
Clima estranho
O ex-soldado viajou do Texas até Londres para apertar as mãos dos ex-prisioneiros, a convite de um documentário da BBC.
As câmeras de televisão deixaram o ambiente de reconciliação ainda mais estranho.
Brandon, que tem 29 anos, estava nervoso quando entrou na sala onde encontraria Ruhal e Shafiq.
"Como vocês estão?", perguntou Brandon ao chegar.
Ruhal e Shafiq começaram a sorrir.
"Você está diferente sem seu quepe", disse Ruhal.
"Vocês estão diferentes sem os seus uniformes de prisioneiros", respondeu Brandon, em referência aos famosos macacões laranjas.
A risada nervosa dos três revela que a tensão começa a se dissipar na sala.
Vergonha
A jornada para esta reconciliação começou há um ano em Huntsville, no Texas, cidade famosa nos Estados Unidos pela prisão onde muitos condenados à pena de morte são executados.
O orgulho de Brandon em servir ao seu país, como fizera seu pai e avô, transformou-se em revolta em 2004, quando o americano deixou o Exército. Ele começou a trabalhar como policial enquanto ainda tentava aceitar a culpa de trabalhar em Guantánamo.
Brandon conta que testemunhou inúmeros abusos e que sente muita vergonha de um incidente no qual se envolveu.
"As notícias sempre tentavam mostrar Guantánamo como esse lugar ótimo", diz ele. "Como se os prisioneiros fossem muito bem tratados. Não eram. Eu basicamente estava colocando pessoas inocentes em celas."
Ele diz que sempre era informado que os prisioneiros chegando ao local em macacões laranjas direto do Afeganistão estavam entre "os piores dos piores".
Depois de conhecer melhor alguns dos detentos que falava inglês, ele passou a ter dúvidas de que todos eram mesmo terroristas fanáticos.
Brandon disse que quando conversou com Ruhal, ele percebeu que tinha muitas coisas em comum com o britânico.
"Não era diferente de estar sentado em um bar conversando com um amigo sobre mulheres ou música", lembra Brandon.
"Ele perguntou uma vez 'você gosta de ouvir Eminem e Dr Dre' e começou a cantar rap, o que foi muito engraçado. E eu pensei: 'como pode alguém estar aqui fazendo as mesmas coisas que eu faço em casa'."
Facebook
Depois de seis meses, Brandon deixou a base americana em Cuba e serviu no Iraque. Foi só depois de deixar as Forças Armadas que suas dúvidas sobre Guantánamo passaram a se cristalizar. Isso levou a uma decisão espontânea de procurar os ex-detentos.
"Eu era novo no Facebook e decidi digitar os nomes para ver se os perfis de ambos apareciam, quando encontrei a página de Shafiq. Eu decidi mandar a ele uma pequena mensagem."
Shafiq conta: "Quando vi, eu não consegui acreditar. Receber uma mensagem de um ex-guarda dizendo que o que aconteceu em Guantánamo era errado foi surpreendente, mais do que qualquer coisa".
Para o espanto de Brandon, Shafiq respondeu e ambos passaram a trocar mensagens. Ao saber das mensagens, a BBC abordou ambos, perguntando se eles estavam dispostos a se encontrar pessoalmente.
Inicialmente, Shafiq ainda sentia receio.
"Algumas pessoas da minha família disseram 'o que você quer encontrando uma pessoa assim, que tratou você daquele jeito, você deveria se afastar dele'. Muitos diziam que se fosse com eles, eles gostariam de bater nele."
Receio
Quando Brandon chegou no aeroporto de Heathrow, ele estava pensativo e lacônico, visivelmente nervoso.
No estúdio da BBC, Shafiq e Ruhal, que é geralmente falante, estavam quietos, esperando diante das câmeras. Ninguém sabia o que esperar, e o ambiente era tenso.
Depois de uma apresentação constrangida, eles passaram a conversar sobre o motivo da visita. Brandon disse que pensou nisso um milhão de vezes. Ele disse que queria expressar seu sentimento de culpa pela detenção e reconheceu que ambos foram injustiçados.
Shafiq e Ruhal foram perguntados sobre os seus motivos de irem ao Afeganistão, que levou a captura de ambos.
Ambos disseram que eram adolescentes e tomaram a decisão espontânea e inocente de viajar de graça junto com um comboio humanitário para depois seguir para o Paquistão, onde acontecia o casamento de um amigo.
Ruhal admite que eles tinham intenções secretas de entrar no Afeganistão, mas que não pretendiam se juntar à Al-Qaeda.
"Ajuda humanitária era só cinco por cento. Nosso motivo principal era ir, visitar e usar drogas."
Eles dizem que foram presos no Afeganistão e vendidos às autoridades americanas.
Brandon disse que acredita na história de ambos, que seria comum entre outros detentos. Um caso típico de lugar errado na hora errada, segundo ele.
Revelação incômoda
Quando todos estavam começando a se dar bem, Brandon fez uma revelação que quase acabou com o clima de reconciliação.
Ele admitiu que no incidente que mais o tormenta, ele bateu com a cabeça de um detento mais velho contra o chão. Brandon diz que se sentiu que estava sendo ameaçado, já que o homem ficava se levantando, contrariando ordens.
Depois de algumas semanas, Brandon descobriu que o detento achava que seria executado toda vez que era colocado de joelhos, e se levantava apenas para tentar salvar a própria vida.
Ruhal ficou sem palavras, visivelmente abalado com a revelação e sem saber se deveria perdoar Brandon ou não.
No fim, ele decidiu perdoar. Perguntado se Brandon deveria ser processado por seus atos, Ruhal pensou e disse: "Ele reconhece que o que fez estava errado, e ele está vivendo com isso e sofrendo com isso. Ele sabe que estava errado. Isso é o que importa."
Depois do encontro, todos disseram ter conseguido ficar com um sentimento de encerramento. O alívio no rosto de todos era evidente.
No final, o que ficou foi o clima amistoso de ambos os lados. Em um novo encontro posterior, um jantar em um restaurante indiano, a mulher de Ruhal ainda brincou com Brandon: "Espero que você leve alguma coisa para casa, além de dor de estômago com essa comida picante".
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/01/100112_guantanamo_dg.shtml
© BBC 2010
quinta-feira, janeiro 07, 2010
Drácula canta!
Ator Christopher Lee vai lançar álbum de heavy metal sobre Carlos Magno
da Efe, em Londres
O veterano ator britânico Christopher Lee, conhecido por interpretar o personagem Saruman na saga cinematográfica "O Senhor dos Anéis", lança no dia 15 de março um álbum de heavy metal sinfônico sobre Carlos Magno, um de seus antepassados.
Lee fez o anúncio por meio de um vídeo no YouTube, no qual dá detalhes da ambiciosa produção escrita e composta pelo italiano Marco Sabiu, que criou uma obra com vários atos.
No vídeo, Lee descreve o som do álbum "Charlemagne: By the Sword and the Cross" como "metal sinfônico" e admite sua surpresa por ter descoberto uma nova habilidade ao gravar o disco.
"Acho que em março, quando sair, vai ser sensacional", diz o ator de 87 anos.
| Divulgação | ||
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| O ator Christopher Lee, caracterizado como o Sauruman, de "Senhor dos Anéis", vai lançar álbum de heavy metal |
As gravações disponíveis no YouTube mostram que o álbum de Lee é uma superprodução de tons operísticos na qual a voz do ator interage com uma orquestra, um coro e outros vocalistas profissionais.
Lee assegura ser descendente por parte de mãe do rei dos francos e imperador da Europa ocidental, que viveu entre os anos 742 e 814.
"Há muitos personagens neste álbum. Muitos. Há o próprio Carlos Magno, que eu interpreto, e um Carlos Magno mais jovem, o pai, o irmão... até o papa", relata pausadamente em YouTube.
"Estou fascinado com o fato de que neste ponto da minha vida as pessoas comecem a me ver como um cantor de metal", diz em outro momento da declaração.
Em 2006, Lee lançou o álbum "Revelations", com versões para clássicos como "My Way", de Frank Sinatra.
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sexta-feira, janeiro 01, 2010
A douração da saudade
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Uma alvorada interior


