terça-feira, janeiro 18, 2011

Epifania em clichê

Três séculos de debates filosóficos sobre a existência de Deus perderam o sentido hoje. Como um homem pode permanecer ateu depois de assistir a uma performance da Lídia Brondi?

Mr. Dawkins, you'll be ruined the moment "Vale Tudo" premieres in Europe. You quack ranter...


4 comentários:

Priscila Azeredo disse...

Atuação de Lígia Brondi e a existência de Deus??? Hã?! Essa afirmação teria alguma relação com o fato dela ter posado na playboy e de ter feito Tieta??? Esse seu post é, no mínimo, curioso... rs rs rs

Bjs!

Rodrigo disse...

É um comentário de fundo estético, mas nada a ver com a Playboy, não. Acho que é amor de infância que "reencarnou" com a reprise da novela. E como ela sumiu das telas, imortalizou-se na minha memória eternamente jovem, linda e inteligente. O Cássio Gabus Mendes é que tem sorte. :-)

Ah, se eu fosse uns 20 anos mais velho...:-P

(Viu o que as férias fazem comigo? Meu lado filósofo está regredindo para o de moleque de onze anos com amores platônicos de TV. Ano letivo, comece logo!!!!)

Priscila Azeredo disse...

Respondendo: não sou muito boa em jogos eletrônicos, mas topo jogar qualquer um desses. rs rs rs. Também tá valendo UNO, DETETIVE, BANCO IMOBILIÁRIO, SINUCA ou qualquer coisa que me coloque em contato com outras pessoas...

Essa vida de intelectual é solitária e cansa a minha beleza de tão chata...

Sabe o que é escrever uma dissertação sobre consumo de viagens e não poder viajar????
Eu não emendo no Doutorado nem a pau! E ainda bem que está acabando... Chega! Quero brincar de outra coisa! E de preferência (BEM) acompanhada.

Também tô cansada de ir ao cinema, museu, cafeteria, parque, tudo, sozinha. Pra mim já deu. Agora, vamos ver se papai do céu dá uma ajuda! rs

Beijos!

Rodrigo disse...

Ah, é estresse acadêmico!

Concordo com você, essas coisas todas são pretexto para contato humano, que é o essencial. E embora simpatize por alguma razão psicanalítica com o arquétipo de eremita sábio, sei muito bem como necessitamos disso.

Mas não esqueça que, amores à parte, quem cultiva boas companhias jamais estará sozinho. O resto, creio eu, é mera consequência.

Um beijo,
R.